domingo, 13 de março de 2011

Diz Abrantes Mendes:

Sporting é um clube de totós.

tem o meu voto.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Benfica - Marítimo

Podia vir aqui falar da exibição do guarda-redes do Marítimo, da exibição do árbitro, de uma ou outra substituição do Jesus ou das semelhanças com o jogo da época passada. Não vale a pena. É por estas coisas que adoro futebol e amo o Benfica.  Foi só um Benfica - Marítimo, numa jornada qualquer de um campeonato que provavelmente nem vamos conseguir ganhar, mas o golo do Fábio soube a final de taça, a jogo do título, a campeonato do mundo. Aquela explosão aos 93 ou 94 minutos vai ficar para sempre e já ninguém ma pode tirar.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Uma ilha

O caso Kléber promete dar muito que falar. O Marítimo além de ter confirmado o direito de opção sobre o jogador, divulgou no seu site oficial documentos no mínimo incómodos para o presidente do Atlético Mineiro.

O Marítimo confirmou ontem à noite, através do seu site oficial, o exercício do direito de opção sobre o jogador Kléber dentro dos prazos contratualmente estabelecidos, e informou ter dado conhecimento do facto à
FIFA.

Concretamente sobre a polémica que se instalou em redor de movimentações que terão sido feitas no sentido de contratar o avançado brasileiro, o clube madeirense dá publicidade a duas propostas, uma do FC Porto, de 24 de Junho de 2010, assinada pelo director-geral, Antero Henrique, «sem ter dado conhecimento ao Marítimo», e outra do Sporting, de 30 de Janeiro último, assinada pelo director-geral, José Couceiro, «com conhecimento do Marítimo».

Refere, ainda, o clube insular que elas são iguais em quase tudo, inclusive, nos prazos de pagamento, apenas diferenciadas no valor a pagar pela transferência do atleta: a do FC Porto no valor de 2,3 milhões de euros e a do Sporting no montante de 2,5 milhões.

Estranha, assim, o Marítimo a posição do presidente do Atlético Mineiro, ao pretender fazer crer que «a proposta do FC Porto era mais alta». E deixa uma pergunta no ar: «Se a proposta do FC Porto era mais alta onde pára o (restante) dinheiro? Nalgum saco azul?» 


N' A Bola

sábado, 22 de janeiro de 2011

David

Segundo A Bola, o nosso presidente foi a Londres negociar a venda do David Luiz. Isto começa a ser hábito. Vai a Madrid vender o Di Maria, vai a Londres vender o Ramires... Sou eu que sou antiquado ou quem quer comprar é que deve fazer a deslocação? Ou somos caixeiros viajantes? É um detalhe, talvez, mas como em muitos outros detalhes que falham no nosso clube, o que está em causa é a imagem, que mais uma vez, não fica muito bem vista.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gaitán

O homem que foi contratado para fazer de Di Maria (como foi dito, negado e reafirmado) está um bocado deslocado nesse serviço, mas vejo muitas semelhanças entre os dois. Sempre fui fã do Di Maria desde que chegou, tenho uma camisola com o nome dele e não é da época passada... Desde a primeira época que lhe reconhecia a capacidade (e nesse aspecto era o único na altura) de desequilibrar individualmente e resolver um jogo. Génio. Era muito novo e demorou a adaptar-se ao jogo europeu e aos treinadores medianos que foi tendo até chegar o Jesus e, com ou sem mérito deste, (nunca saberemos se foi a sua mão, a mão de Deus ou pura coincidência) fazer a época que fez (com seguimento no Real Madrid, para infelicidade dos detractores dos anos anteriores que insistiam que ele ia ser um flop).

No Gaitán vejo o mesmo talento e capacidade, com a vantagem de já marcar mais golos que o Di Maria, de fazer mais dribles a jogadores adversários e arrancadas pelo campo fora. Não tem medo de tentar remates acrobáticos seja de onde for, não tem medo de rematar. O Benfica este ano está muito abaixo do ano passado, a pressão aumentou e não é fácil chegar da Argentina, entrar a matar e fazer uma época que deixe todos convencidos. Mas, tal como Di Maria, vejo nele o génio que pode ser muitas vezes inconsequente, mas também leva pessoas à bola e pode vir a resolver jogos.

Quanto à sua posição, não é o extremo ideal. Mas quem é que precisa de um extremo ideal? Não interessa se quem cai na linha é o Iniesta ou o Villa, como tantas vezes acontece na selecção espanhola ou no Barcelona. Desde que a malta do meio-campo para a frente se saiba mexer e trocar a bola com técnica e criatividade as defesas abrem buracos por todos os lados. Com ou sem extremos.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Solidário

Com o Real Madrid. Não sei porquê.